quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Festa Japonesa



Festinha em comemoração aos 10 anos do meu filhote Vinicius.
Ele escolheu o tema e eu e o pai tentamos bolar algo.
As copres predominaram para o preto e vermelho.Na mesa principal, painel com o nome dele em japonês, detalhes da mesa, sushis doces, kimonos como lancheirinha e doocinhos em caixinhas pretas e vermelhas.Toppers com bandeirinhas do Japão.
O bolo tinha o ideograma SORTE.
Além dos doces, fizmeos sushis, sashimis e bentos, que são as maremitinhas japonesas.
Ficou tudo muito lindo e diferente.
Estou postando as fotos à pedidos e tb para ajudar algumas mães, que podem estar passando pela mesma dificuldade que passei ao procurar na net idéias para esse tema...e não achei quase nada!

Qualquer coisa é só falar!

Posted by Picasa

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Alimentação Infantil


Não tenho problemas com a alimentação de meus filhos...
Eles comem de tudo...diferente de muitas crianças na idade deles.
Comem frutas, verduras, legumes, hortaliças, todos os tipos de carnes....tudo.
Fazer as crianças comerem é uma tarefa complicada para alguns pais...mas requer muito mais atenção do que podemos imaginar.É a alimentação na infância que garante a qualidade de vida adulta.
Abaixo, alguma sugestões, que utilizo em casa, desde que as crianças começaram a crescer e comer  " comida de gente grande".

1. A primeira e mais importante dica, na minha opinião é a de que primeiramente, acima de qualquer outra coisa, a hora da refeição tem que ser uma hora de prazer na familia...
Refeições desencontradas, tumultuadas, com discussões, gritarias, pessoas comendo separadas...isso não traz nenhum prazer ao ponto de vista da criança...ela irá observar que a hora de "comer" é uma hora chata, então ela não vai querer participar.

2. Uma das grandes inimigas da paz na hora da refeição se chama televisão.
Muitas familias comem assistindo tv.Isso acaba com o "momento de encontro" familiar.
Na minha casa, a TV fica na sala de TV.Come-se na cozinha ou sala de jantar.Nunca em frente à tv.
Normalmente nossas refeições são demoradas e conversamos muito, sobre o dia a dia, sobre o que fizeram ou não fizeram na escola, sobre o que aconteceu de engraçado ou triste.
É um momento de prazer em minha casa.

3. Outra orientação é de que os pais percam o costume de perguntar "o que " a criança quer come...
Aqui em casa, simplesmentre faço a comida, coloco na mesa e distribuo nos pratos...
As vezes, em meio ao desconhecido, surgiam as perguntas..."Mamãe, o que é isso?"
Então costumamos responder A VERDADE e dizemos "prove", vc vai gostar.
Aqui em casa só pode se dizer que não gosta de algo, depois de ter provado...pois até então, é desconhecido.
Quando costumamos perguntar às crianças o que elas querem...claro que só vão querer o que conhecem.

4. Importante: Pais que não comem bem = filhos que comem pior ainda

5. Incentive a comerem verduras, frutas, legumes, mostrando o que "de bom" fazem ao corpo e á saúde.

6. Nada de inventar nomes para pratos, mentir ou enganar sobre o que tem ou não na refeição.
A criança tem que comer SABENDO o que está comendo e entendendo que faz bem.

7.Deixe seus filhos participarem da preparação dos pratos.
Aqui em casa, cada uma faz\ sua parte...
Um lava as verduras, o outro arruma a mesa, o outro faz o suco, o o outro enfeita os pratos...e assim todos se sentem importantes...
É comum acontecer algo do tipo.."papai, vc viu como a salada está gostosa?Fui eu quem fiz!"..

8.Deixe sempre a aparência dos pratos agradáveis...é muito mais "apetitoso" saborear um prato bonito e colorido.

9. Se seu filho não comeu, não substitua a refeição por outra coisa....tipo biscoito, suco ou leite.
Guarde o prato rejeitado e aguarde até a proxima refeição.Enquanto todos estiverem comendo a proxima refeição, traga de volta à mesa, o prato guardado da refeição anterior...seu filho vai perceber que não tem como fugir...uma hora vai ter que comer.

10.Não encha seu filho de baganas, guloseimas.Se vc não oferecer constantemente, eles nem sentirão falta.na minha casa não comemos frituras, salgadinhos, conservas em excessos...meus filhos acostumaram-se com isso...não pedem para comprar coisas assim qdo saímos...mas é comum demais acontecer de quando vamos ao supermercado, se agarrarem com rúcula, alface, tomate e pedir para colocar no carrinho.


Isso é possivel em qualquer casa, basta que tomemos a consciência e escolhamos entre o que é certo e o que é mais fácil.
Eu escolhi o que é correto, e incentivando e estimulando meus filhos a comerem bem, tudo ficou mais fácil.

Tente vc também!
Aproveite a época em que fazemos planos para o proximo ano...estabeleça horários e disciplinas na hora da refeição...tudo vai ficar mais fácil.



40 presentes que o dinheiro não compra...

Sempre ensino aos meus filhos o valor da espiritualidade.
Desde cedo, ensino que devemos ser bons, generosos e que não devemos nos apegar às coisas materiais...elas são coisas da terra, não do espírito.
Creio que venho conseguindo fazê-los entender, pois meus filhos são um exemplo de bondade.
Defendem os colegas mais fracos, ajudam aos menos favorecidos, gostam de presentear os mais pobres...sentem-se bem fazendo o bem.
Procuro ensiná-los que o que vale nessa vida é ser feliz.É ter amigos, é brincar, é se divertir...do que adianta ter um mundo de brinquedos, se não se tem com quem brincar?
Sempre vejo nessa época natalina, as pessoas enchendo as lojas, comprando, gastando o que não pode...só para o filho estar na moda...esquecem que o presente que não sai de moda é a presença...o amor, o carinho, a dedicação.
Criança precisa ser criança...precisa brincar, precisa conversar, precisa aprender...e para isso, muitas vezes, não precisa de brinquedos, precisa de pais.

Encontrei num site que assino desde que tive meus gêmeos, alguns presentes que o dinheiro não compra...mas que fazem a alegria das crianças...e que muitas vezes os pais nem se dão conta disso...
Listo abaixo, aproveitando o momento de fim de ano, uma lista com 40 presentes que o dinheiro não paga, mas que vale para o resto da vida.

40 presentes que o dinheiro não compra

1. Tomar banho de chuva, tem coisa mais gostosa? Dançar na chuva, sentir na boca o gosto da água, até você e seus filhos ficarem ensopados. Você tem vergonha? Deixa disso, Gene Kelly fez tudo isso com o maior charme num filme antológico, Cantando na Chuva. Aliás, ótimo para vocês verem juntos depois daquele banho quentinho...


2. Ensinar um jogo. Não vale videogame ou brinquedo comercial, mas, sim, queimada, taco, mico, pular corda, amarelinha. Aquelas coisas você adorava fazer quando era criança.

3. Cuidar da natureza é tudo! A sábia escritora Ruth Rocha diz: “Para que a Terra continue a nos dar tudo o que precisamos para viver é preciso cuidar dela melhor que da nossa própria casa. Da casa podemos nos mudar, da Terra não”. Criança tem de saber, desde cedo, que a natureza é sagrada. Tem coisa melhor do que regar jardim, cuidar de plantas e de bichinhos, fazer trilhas e andar na praia com seu filho?

4. Empinar pipa, lembra? Juntar as varetas, colar o papel, fazer a rabiola e sair por aí empinando. Deixe a timidez de lado e vire criança de novo: vá até o parque ou descampado mais próximo de sua casa e divida com seus filhos a alegria de ver a pipa subir, subir, subir... Ou cair, cair, cair. O que vale é a diversão. Se joga!

5. Plantar feijão no algodão. Tem coisa mais escola primária? E mais profunda?
Ver a vida se reproduzir ali, num vasinho que você monta com as crianças, joga a semente e, depois, fica vendo a plantinha crescer. Além de observar como é lindo o ciclo da vida, seu filho aprende, na prática, que, se tratamos bem a natureza, ela nos dá belos frutos.

6. Um banho de piscina ou de esguicho. No prédio, no clube, em casa de amigos, em piscinas municipais e até em hotéis bacanas na sua cidade onde dá para freqüentar a piscina pagando por dia. Se nada disso der certo, sempre há o bom e velho banho de esguicho no quintal.

7. Cuidar dos bichos. Dar comida, banho, passear, visitar o veterinário: ter um bichinho, além de divertido, também implica amor e responsabilidade.

8. Criar o “Dia do Errado”. Neste dia, vale tudo: faltar ao trabalho e à escola, pra você e seu filho ficarem livres de tudo! Vestir roupa do avesso, comer em horas
erradas, pois o bom de levar uma vida certinha é poder quebrar as regras uma vez ou outra, né?

9. “Hoje quem manda é você”.
Assuma: vez ou outra, as crianças devem sentir o gostinho de assumir o controle. Qual será o almoço, o passeio, a roupa, o lanche da tarde? Eles escolhem tudo! Dentro dos limites do bom senso, claro. Aí eles sacam que a vida é cheia de opções e que nem sempre é fácil tomar todas as decisões.

10. Contar histórias. Essa é das antigas e nunca sai de moda. Saiba que as histórias que você conta para eles vão fazer parte de seu imaginário por muito tempo. Através delas visitam o mundo sem sair de casa e vivem as alegrias e dificuldades que os heróis das histórias enfrentam. Quando forem heróis de sua própria história vão lembrar com carinho desses momentos.



11. Piquenique no quintal, na varanda do prédio, no sítio da família, na casa da avó... Não importa o lugar, o que vale é aquele clima gostoso, todo mundo comendo com as mãos, batatinha, cachorro-quente, refrigerante, suas guloseimas favoritas, risadas, brincadeiras. Uma farra, cujas memórias a gente guarda para o resto da vida.

12. Montar a árvore de Natal. Vocês escolhem juntos a árvore e fazem os enfeites. Pintam bolas, fazem laços, penduricalhos de pipoca, fitas, papel. Vale a sensação de ter a árvore mais linda do mundo (mesmo que ela não seja lá essas coisas).

13. Compor uma música. Se você leva jeito para algum instrumento, ótimo. Senão, vá inventando estrofes com seu filho: o legal é ter a cara dos dois. Se der para gravar, melhor ainda. E faça cópias: não vá perder uma preciosidade dessas.

14. Ensinar uma receita de família. Libere geral a cozinha, façam uma lambança, lambam os dedos e, depois, limpem tudo. Enquanto estiverem com a mão na massa, conte como era a vida quando você aprendeu aquela receita... e bom apetite!

15. Um passo só seu. Som na caixa, uma roupa gostosa e dancem à vontade, como se ninguém estivesse vendo. Inventem um, dois, mil passos, criem uma coreografia
maluca – e que, na hora da festa, só vocês sabem dançar... É fera!

16. O barquinho vai... Num dia de chuva, ensine seu filho a fazer barquinhos de papel, formar uma flotilha e "navegar” para aqueles lugares que vocês adorariam conhecer. E aproveitem para cantarolar: “O barquinho vai...”

17. Inventar uma festa original para o Ano Novo, por exemplo. Pode ser um luau, com a dança do hulahula na praia, saias de ráfia, colar de flores, tudo inventado por vocês. “Da última vez que fizemos o hula-hula em Ubatuba”, conta Patrícia Broggi, “o sol, de presente, se pôs e ganhamos uma enorme lua no céu”. Não é lindo?

18. Clube das Mulheres. Bole um dia só de mães, filhas e amigas: ir ao shopping, ao salão de beleza, almoçar num lugar bacana, pegar um cinema, dar risada, abraços e
beijinhos. O tempo não pára. Aproveitem!

19. Lugares novos, de outro jeito. Vá a pé, de metrô ou ônibus visitar um museu ou um parque com seu filho. Caminhadas e transporte coletivo soam como novidade quando não fazem parte da rotina das crianças. De quebra, elas ainda aprendem a se situar e a entender melhor a cidade.

20. Brinquedo de sucata. Moderno e ecológico: criar algo único a partir de objetos descartados. Seu filho aprende que nada se perde e tudo se transforma. Solte a imaginação: móbiles de CDs, instrumentos musicais com garrafas PET, casinhas de caixas, tampinhas de garrafa...Invente!



21. Criar uma peça de teatro. É uma curtição! Os pais ajudam os filhos a montar um verdadeiro espetáculo, com palco, cortina e tudo: inventam texto, figurino, cenário; fazem convites e, na data marcada, encenam uma apresentação inesquecível para o resto da família. Com direito a fotos, é claro!

22. Ter um diário ou escrever memórias num caderno. É um hábito riquíssimo. Nossa diretora editorial, a Monica, faz isso desde garota. A vida está cheia de coisas fascinantes (às vezes boas, outras nem tanto) e são essas experiências de vida que nos fazem ser quem somos. Mais pra frente, quando seu pequeno for um adulto, vocês podem reler juntos as aventuras e os momentos felizes de suas vidas. Recordar é viver, né?



23. Ter um amigo. Dizem que amigos são a família que a gente escolhe. É verdade. Cultivar uma amizade, respeitar as diferenças e aproveitar muuuito um amigo é uma
das bênçãos da vida. E, se for de verdade, fica do nosso lado pra seeeeempre.

24. No escurinho do cinema. Pode ser um filme bacana que está no circuito, para o qual vocês compram ingressos, curtem na telona com a sala escura e, depois, vão comer o hambúrguer favorito numa lanchonete. Ou então em casa, mesmo, no sofá, com pipoca e guaraná. Se possível, tire do baú vídeos antigos, de quando você e eles eram pequenos... doces memórias!

25. Saúde sempre em dia. Quando um filho se machuca, a gente se machuca também. Com saúde não se brinca e, por eles, a gente faz tudo. Cuidar deles com carinho, levar ao médico, ficar de olho, não tem preço. É um presentão indispensável que damos aos pequenos.

26. Entusiasmo. A palavra vem do grego e quer dizer ter Deus dentro de si. A pessoa entusiasmada faz as coisas acontecerem. Cultivando o entusiasmo você ensina seu
filho a ter entusiasmo pela vida, pelas pessoas, por seus sonhos. É lindo.

27. Ter fé. Acreditar é uma bênção. Ter a certeza de que existe algo maior que nós, independentemente da religião. Essa crença nos ajuda a entender melhor a vida, lidar com nossos problemas, desenvolver a esperança, instrumentos valiosos para o futuro deles.

28. Respeitar o próximo. É vital para ser respeitado. É uma dádiva aprender, desde cedo, a respeitar o outro numa sociedade tão individualista. Somos melhores se acreditamos que todos são iguais e devem ser tratados com a mesma delicadeza. Para Rousseau, sempre foi mais valioso ter o respeito do que a admiração das pessoas. A
gente concorda com ele, totalmente.

29. Correr atrás dos sonhos. Os sonhos são a forma onde criamos a realidade. Não há nada melhor do que correr atrás de um sonho e ver que seu esforço resultou num final feliz. Sonhe com seus filhos: quando acreditamos e trabalhamos nesse sentido, nossos sonhos se realizam.

30. A importância do carinho. Dizer aos filhos o quanto eles são importantes pra gente é algo que deve ser feito SEMPRE – e desde cedo. Eles podem não entender, mas sentem. Afeto é um investimento para toda a vida. Tratados com afeto, os filhos serão afetuosos e construirão um mundo melhor.

31. Caridade. Junte roupas e brinquedos que seus filhos não usam mais e doe a uma creche, um orfanato. Se puder levar até lá junto com seus filhos, ainda melhor: um
aprendizado para toda a vida.

32. Colinho de mãe. Se há uma coisa que a gente nunca deixa de querer é colo de mãe. Não importa a idade, tem hora que todo mundo fica carente e quer um colinho de mãe mesmo. Ofereça o seu, sempre, mesmo quando seus filhotes pareçam só estar fazendo birra... pois colo de mãe nunca é demais.

33. Valorizar tudo o que vier deles. Sabe aqueles rabiscos ininteligíveis que a criança adora fazer e dar de presente? Pois saiba recebê-los como se fossem os presentes mais preciosos do mundo. Seus filhos se sentem amados pelo que são, ganham autoestima e produzem mais e melhor.

34. De graça. Ensinar que há coisas que o dinheiro não compra meeeesmo: alegria, amor, respeito, amizade, ternura = tudo de bom, valores que nossos filhos recebem de graça e devem aprender a valorizar, sempre.

35. Pedir perdão. Não significa perder a autoridade, não. Todo mundo erra. Por mais que a gente tente ser justo, há horas em que pisamos na bola. Uma bronca exagerada, um castigo desnecessário, um grito fora de hora... Depois, a gente fica mal, com aquele
peso na consciência. Peça perdão: ao pedir desculpas você ensina seu filho a reconhecer o erro e reparar o que foi feito.

36. Saber ouvir. Falar é prata, ouvir é ouro, diziam nossas avós. Ouça o que seu filho tem a dizer, sem repreender, interromper ou dar conselhos. Um pai se julgava exemplar até seu filho de 7 anos, em terapia, dizer a ele tudo o que pensava. O pai nunca imaginou que era daquele jeito que o filho o via. Ouvir é preciso!



37. Ler um livro juntos. Cada um lê um pouco, em dias alternados, e vocês, juntos, criam um mundo particular, cheio de significados.

38. Dar liberdade. Seu filho deve bater as asas sempre que tiver oportunidade. Dormir na casa de um amigo, passar um tempo com os avós, para sentir e controlar a saudade de casa. Os muito pequenos, às vezes, ligam pedindo socorro. Dependendo do caso, corra para buscá-los. Por enquanto, é só um teste...

39. Dar risada. Nada mais saudável! Dê risada em todas as horas possíveis. E mostre ao seu filho que é muito bom aprender a rir da gente mesmo! É algo que vai ajudá-lo para o resto da vida.

40. Amar, amar, amar, amar demaaaaais. Encher os filhos de amor e passar adiante esse sentimento através de seu exemplo. Tá combinado?






Mamãe, papai Noel existe mesmo?

Sempre me perguntei se era correto incentivar em meus filhos a fantasia do bom velhinho...
Há quem diga que não é legal...pois a criança fantasia e se entusiasma por presentes que o "papai noel" não consegue dar.
Mas ao mesmo tempo...há quem incentive a idéia de que faz bem sonhar e acreditar que papai noel existe.
Definitivamente, fui levando do jeito que a fantasia permitia...
Até que esse ano os mais velhos já desconfiados , me perguntaram..."Mãmãe, fala a verdade...papai Noel existe mesmo?"
Então, é claro, contei-lhes a verdade.
no entanto, os dois menores não desconfiaram e continuaram a fazer suas cartinhas  e colocar dentro das meias.
Num dos passeios ao shopping, encontramos lá o Papai Noel, e eles nem pensaram duas vezes antes de sair correndo e fazer seus pedidos ao bom velhinho...


Então, como sei que há muitas dúvidas a respeito desse assunto, sobre, quando contar às crianças que papai Noel não existe?
Encontrei um artigo interessante no Toque Feminino e gostaria de compartilhar com as mamães que assim como eu, não sabem até quando "alimentar" a fantasia da criança.

Segue a reportagem:

Quando contar que o Papai Noel não existe?

Aproxima-se novamente o Natal, data de confraternização, troca de presentes e encontros familiares. Época que encanta especialmente às crianças, que aguardam ansiosamente a visita do Papai Noel.

Várias histórias explicam a origem do Bom Velhinho, sendo a mais aceita a que o descreve como um bispo católico muito bondoso, chamado Nicolau, que viveu na no século V. Cansado de ver o sofrimento de seu povo, especialmente das crianças, resolveu presentear a garotada com brinquedos e guloseimas, justamente na data em que os católicos comemoram o nascimento de Jesus.Assim aos poucos, nasceu a história do Papai Noel que logo foi se disseminando mundo afora.

Por isso, Papai Noel também é conhecido como São Nicolau, o santo das crianças, e seu dia é comemorado em 6 dezembro. Mesmo que ele não passe de uma lenda, simboliza a bondade, a generosidade e a renovação da vida. Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo.

Como as crianças pequenas vivem em um mundo de fantasia até por volta dos cinco ou seis anos e como são naturalmente egocêntricas (acreditam que tudo gira em torno delas) as explicações fantasiosas que os pais lhes dão, são rapidamente aceitas, pois fazem todo sentido até essa idade.

Assim como acreditam no mundo encantado dos desenhos animados, das histórias e contos de fadas, para elas a existência do “Bom Velhinho” que traz presentes na noite de Natal, é perfeitamente plausível. E agradável.

Para entendermos como isso acontece na mente infantil é interessante lembrarmos que entre os 2 anos e até mais ou menos os 6 ou 7 anos, as crianças vão conquistando, gradativamente, novas capacidades do pensar.

Experimentando o mundo real através da brincadeira e da imaginação, elas vão se apoderando de seu próprio pensamento. Somente depois dos 6 anos é que elas vão desenvolver gradativamente a capacidade de considerar com lógica se os fatos são verdadeiros ou fantasiosos. Importante lembrar que as fantasias das crianças até essa faixa etária, não se destinam a enganar maliciosamente: fazem parte do pensamento infantil e natural dessa idade.

Acreditar na figura do Papai Noel é quase que uma etapa saudável do desenvolvimento mental da criança, assim como também o é, crer no Coelhinho da Páscoa e nas figuras que povoam os contos de fadas. As crianças depositam nessas figuras imaginárias toda sua fantasia, que deve ser desmistificada somente à medida em que estiverem prontas para saber a verdade. Ou seja, deve-se responder às perguntas sobre a existência real ou não do Papai Noel quando a criança começar a perguntar ou demonstrar que desconfia de algo a respeito.

O ideal é comparar o Papai Noel aos heróis das historinhas, dos personagens dos contos de fadas, para que entendam que mesmo não sendo como os humanos, têm uma “vida” em nossa imaginação e coração para sempre.

Importante mesmo, é transmitir aos pequenos o verdadeiro significado do espírito de Natal, o que pode começar por volta dos 3 ou 4 anos,quando  a criança começa a entender o significado maior desta data: a confraternização entre as pessoas. Logo, os pais podem e devem lhe oferecer a possibilidade de vivenciar na prática, valores como solidariedade, companheirismo e doação. As crianças podem, por exemplo, ajudar a montar a árvore de Natal, enriquecendo-a com seus enfeites, desenhos e bilhetinhos feitos por elas para essa data, assim como ceder alguns brinquedos em bom estado com os quais não brinca mais, para crianças carentes ou preparar pequenos presentes feitos por elas para seus parentes e amigos.

É importante que todos, pais e filhos, pensem no verdadeiro significado do Natal. É bom mostrar às crianças que "o que vou ganhar?deve ser trocado  pelo "como posso ajudar”?

A época do Natal é uma ocasião de reflexão e crescimento para toda a família. Pensem nisso, antes de comprarem um mar de presentes que logo ficarão esquecidos em uma gaveta. Os valores transmitidos não tem prazo de validade e com certeza trarão felicidade por muito mais tempo!

Papai Noel existe?

Um dia, todas as crianças  chegam com perguntas embaraçosas, para as quais seus pais têm de ter resposta pronta: a verdade. Mas não a verdade crua e nua, mas a verdade ao alcance do entendimento e da curiosidade da criança.

É inevitável, faz parte do papel de pai, mãe e de avós: responder às perguntas que as crianças nos fazem e que julgamos embaraçosas. Mas há uma solução prática para isso: dizer sempre a verdade.

Só que a verdade e a fantasia, não são antônimos, dependendo da idade da criança. Ou seja: há uma etapa do desenvolvimento infantil, que vai até os seis  anos de idade, em que os pequenos vão gradativamente começando a diferenciar o que é fantasia do que é real e aí vem aquela fase das dúvidas e das perguntas. Algumas são engraçadas, outras curiosas, outras que são repetitivas. Mas há sempre algumas perguntas que surpreendem a família, que nos deixam sem resposta. E por quê?

Acontece que quase sempre achamos nossos filhos muito mais imaturos   e ingênuos do que são na realidade. É normal que os queiramos sempre crianças, pois essa é uma fase maravilhosa. Mas eles crescem dia a dia, conversam com outras crianças, de outras idades, assistem TV, ouvem rádio, navegam na Internet...e mesmo quando tudo isso não existia, em gerações passadas, com certeza havia um momento em que o simples observar do movimento da casa, as dezenas de “Papais Noel” que se multiplicam nas lojas e ruas, as informações desencontradas, levantavam a primeira suspeita e como a idade já permitia um pensamento mais lógico, a verdade era descoberta. Muitos até fingiam acreditar só  para não entristecer os pais !

Quando a criança chega a perguntar aos pais: Papai Noel existe? É porque ela já tem no mínimo alguma dúvida. O ideal é devolver a pergunta a ela, para se ter mais idéia do que realmente ela já sabe e do que está preparada para saber. Assim, perguntar “o que você acha, meu filho”?, abre portas para um diálogo. As respostas que se seguirão, não podem ser inverídicas, pois mentir é sempre pernicioso. As respostas devem ser adequadas ao entendimento da faixa etária e  variar desde um “se você acha que existe, existe” até a explicação mais próxima da realidade:” existe como existem os super heróis, meu filho”.

Por que na verdade é assim: sempre existe dentro de cada um de nós, um super herói capaz de fazer milagres pelos filhos e um Papai Noel incansável que lhes trás todos os presentes possíveis!

O que é importante lembrar é que forçar a crença do filho, não trás vantagem alguma, pelo contrário: além de acabar sendo motivo de risadas na escola, a criança se sentirá traída pelos pais e onde existe apenas meia confiança, não existe é confiança alguma...


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lucas sem dente...


Luquito agora está banguela!
Desde ontem, o dentinho foi colocado embaixo do travesseiro para a fada do dente vir buscar...
Só que a fada do dente anda meio ocupada e esqueceu de aparecer esta noite....rsss..
Então, lgo cedo veio ele todo triste com o dente na mão...
_Mamãe, o dente ainda não virou moeda...afada do dente tá viajando?


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Se um pinguinho de tinta...

Dia da bagunça!
Mãozinhas que criam a parede do quarto, enfeitando e colorindo!
Imaginem, uma farra só!!
Pingos de tinta, mãos sujas, criação!



Depois posto para vcs a obra de arte!


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Oh árvore!Suas folhas são tão belas!!!

Desde Novembro que organizamos a casa para o Natal...sempre foi assim.
Apesar de ter aprendido que o certo mesmo é arrumar a casa na semana do advento...
Mas é uma data tão linda e as crianças gostam tanto de ajudar, que começamos cedo, para ter bastante tempo para curtir e colocar um enfeite aqui, outroa li...
Decorar a casa para o natal aqui é uma festa!
É um momento de brincadeira, diversão e muita responsabilidade, pois cada um é reponsavel por uma coisa...
Um monta a árvore, o outro organiza as folhas, o outro desembrulha os enfeites das caixas...e assim juntos começamos nossa festa natalina!









E eis a nossa árvore!







A foto tá meio tremida pq foi tirada pelos montadores oficiais, mas dá pra ver que ficou lindaaaaaaa


sábado, 12 de dezembro de 2009

Como estimular a inteligência de seus filhos





"Quando se ensina com amor, alegria e respeito, a inteligência se desenvolve mais" - M. Jimenez 


Recentemente encontramos algumas anotações técnicas a esse respeito, em um tema certamente muito extenso, já que grande parte da herança que deixarmos a nossos filhos depende do alicerce que oferecermos nesse aspecto.


Adicionamos também os comentários de nossa amiga Martha Flores, especialista em comportamento infantil.


Se pensarmos um pouco nos daremos conta de que nada está tão relacionado ao desenvolvimento das crianças como seus próprios pais. Eles são, sem dúvida alguma, os educadores mais significativos em todos os aspectos da vida do ser humano.


Como pais, é lógico que queremos o melhor para nossos filhos, com o objetivo de que eles sejam os melhores em tudo: os primeiros da classe, os mais criativos, os melhores jogadores de xadrez!


É um desejo legítimo e perfeitamente possível. Nós podemos fazer com que nossos filhos se desenvolvam muito. Mas, em que medida? Quanto podemos apoiar seu desenvolvimento intelectual?


Os pais são a fonte mais rica de informação. E, sem exageros, são os que mais podem estimular o desenvolvimento intelectual e físico de seus filhos.


Existem várias recomendações que os especialistas nas novas correntes ressaltam como importantes e seguindo-as talvez possamos criar um pequeno gênio dentro de casa, e somente com nosso apoio. Estas recomendações não são complicadas, tão pouco exige-se que sejam adquiridos quaisquer tipos de materiais em livrarias ou papelarias.


O mais importante é ter tempo para orientar e estimular as crianças. É mais fácil do que se imagina.


No desenvolvimento da carreira enxadrística de nossos filhos também temos influência e é melhor que saibamos aplicá-la convenientemente.


Para estimular a inteligência 

Educar uma criança, como todos nós sabemos, é uma tarefa diária em que só faz falta uma boa dose de bom senso, muito amor – não dependência – e qualidades morais.

1- Quando falarmos com ela, não importa a idade, devemos utilizar um vocabulário amplo, rico e avançado.

Por exemplo, usar palavras como enorme, descomunal e gigantesco, ao invés de apenas dizer grande. A criança ampliará seu vocabulário ao conversar. Sempre devemos fazer com que ela note detalhes tanto em objetos como em situações. Dessa maneira ela desenvolverá uma atenção seletiva e reterá em sua memória o importante e os aspectos de maior interesse, o que lhe será muito útil ao longo de sua carreira, no xadrez e na vida.


2 - Para estimular sua capacidade de observação, apresente problemas para que ela os resolva. 


A criança precisa comprovar dados e informações. Dessa forma, certos exercícios a estimulam a atuar e resolver, o que além de ser fascinante para a maioria das crianças, é importante para seu desenvolvimento intelectual. Exercícios como montar quebra-cabeças, resolver enigmas, problemas matemáticos, ou jogar xadrez!


3 - Quando realizar uma atividade, respeitar sua concentração e, mais ainda, estimular que ela se concentre.


Crianças concentram-se tanto no que estão fazendo que o mundo desaparece ao seu redor. Sendo assim, não devemos interrompê-las e sua tarefa merece todo o respeito. Temos que permitir sua independência quando deseja fazer as coisas por si mesma. A independência nos leva a desenvolver um pensamento criativo. Ao experimentar, explorar e provar idéias, aprendemos mais. Isto sem mencionar a importância de desempenhar atividades em grupo, como o xadrez, e aprender a compartilhar e trocar conhecimentos com os demais.


4 – Devemos fazer com que a criança se interesse pela leitura. 


Essa atividade trará como conseqüência uma necessidade de ler constantemente sobre qualquer tema. Uma vez criado o habito e o gosto pela leitura, nos surpreenderemos ao ver a criança, por si só, pegar seus livros e começar a ler. A leitura é a base do conhecimento. Quanto mais amor a criança venha a desenvolver pela leitura, mais a aprendizagem é facilitada.


5 – Fazer com que a criança não tenha pavor do xadrez e das ciências exatas. 


Se observarmos um pouco veremos que a criança sempre está buscando algo novo e excitante para fazer.


Quando observarmos que nossos filhos esgotaram suas possibilidades em uma área devemos fazer com que procurem outra atividade. Aprender é a grande aventura da vida, é desejável, vital e o jogo mais excitante. O amor envolvendo a aprendizagem é um laço forte entre pais e filhos, mantendo-os unidos por toda a vida. Quando se ensina com amor, alegria e respeito, a inteligência se desenvolve mais.

Fonte: texto original retirado do site "Linares Chess Club"

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A Bolha

_ Eu e Lucas somos irmãos gêmeos.A gente nasceu quase na mesma hora, mas eu nasci antes pq quando o médico abriu a barriga de mamãe minha "bolha" já estava estourada!
Conta Gui, narrando seu nascimento para Evellyn Diniz, apresentadora do programa Crescendo de A a Z, durante uma entrevista...


E se as mães sumissem?

Mamãe, cadê Deus?


Primeira vez das crianças na Missa.
Chegamos cedo, para ficar na frente..para que eles vissem tudo o que acontecia no altar...
E o tempo passa....a missa ainda não começou.
Lucas, que estava quietinho ao meu lado diz...
_ Mamãe, Deus chega de que horas?



A ordem de nascimento das crianças

Um texto interessante sobre a relação dos pais com o primeiro, o segundo e o terceiro filho
Tradução Tamara Foresti


Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados. Já os caçulas penam para achar fotos do primeiro aniversário e mal sabem a circunstâncias em que chegaram na família. É disso que fala o texto a seguir, que é uma tradução de um e-mail famoso nos Estados Unidos. O link para a versão original você encontra aqui.

O que vestir

1º bebê – Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder
3º bebê – As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais

Preparação para o nascimento

1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram
3º bebê – Você pede a anestesia peridural no oitavo mês

O guarda-roupas 

1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né?

Preocupações

1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço

A chupeta

1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê

Troca de fraldas

1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário
3º bebê – Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro

Atividades

1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história...
2º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria...

Saídas

1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para cada para saber se ele está bem
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar.
3º bebê – Você manda a babá ligar só se ver sangue

Em casa

1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê
3º bebê – Você passa um tempinho se escondendo das crianças

Engolindo moedas

1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Esse Gui...


 E lá estávamos nós mais uma vez...
Numa das inúmeras festas infantis que participamos durante todo o ano...
E o garçom passava para lá..
E o garçom voltava para cá...
E mais uma vez lá vinha o garçom e passava para lá...
Novamente o garçom voltava para cá...
E comida que é bom...nada.
E foi assim durante um longo tempo...
Não aguentando mais essa situação...

_ Mamãe! Será possível! 
Chama aí esse garçom para a gente pedir alguma coisa!!!
A gente vai passar  a noite toda olhando pra ele é? 
_ Diz Guilherme, gesticulando e cuzando os braços.



Matando a saudade...

Guilherme e Lucas dia desses foram para a casa da avó...passaram alguns dias lá...
Então, os irmãos, morrendo de saudades em casa, pediram para falar no msn com eles...
Então, não resistindo à conversação, registrei esses momento tão fofo!!

Meu pixotinho de 5 aninhos escrevendo Gui takusadadi...(coisa mais fofa!)


Coisa fofa de mamãe na cam...




Ser Pai é ser "presente"




A sociedade atual tem passado por grandes transformações em todos os campos trazendo mudanças ao comportamento das pessoas sem que estas estivessem preparadas para tal.

Tais mudanças afetaram conseqüentemente também a forma de se educar os filhos.

A função de educar os filhos durante muito tempo foi delegada às mulheres. Com a mulher no mercado de trabalho como ficam as questões e as responsabilidades da criação dos filhos?

Mesmo com tantas transformações a criação de filhos continua sendo uma tarefa atribuída culturalmente às mulheres, excluindo o pai, mesmo quando são apontadas vantagens para as crianças e para os homens nesta participação mais intensa na criação de filhos.

Esta exclusão gera conflitos dificultando uma maior participação de muitos pais nas vidas de seus filhos. É bem verdade também que muitos pais estão procurando o seu lugar nesta nova forma de educar e hoje em dia é mais comum vermos pais e filhos brincando, passeando se divertindo juntos.

Mas seria mesmo a presença do pai tão importante para o bom desenvolvimento de uma criança?

Uma série de estudos nos revela que se o papel da mãe é o de acolher o filho investindo muito afeto nesta relação e mostrando que ele tem um lugar em seu desejo cabe ao pai servir como ponte para apresentação e aceitação da realidade à criança.

Para Marta Dalla Torre & Valéria Codato Antonio Silva, por mais que a relação de total dependência do filho com a sua mãe seja uma necessidade vital nos primeiros dias de sua vida é necessário também que a criança possa buscar a sua própria identidade e isto só é possível quando a mãe volta o seu interesses para além de seu bebê. Isto acontece quando a mãe volta a exercer a sua função de mulher inserindo um terceiro elemento na relação dual entre mãe e filho - o pai. Por isto é imprescindível que a mãe e o pai não abdiquem de seu lugar de mulher e homem, pois só assim a transmissão da lei será possível ao filho. É o pai, apresentado simbolicamente pela mãe que assim o faz ao incluí-lo no relacionamento com o filho, que possibilita à criança a ingressar no mundo da linguagem, do simbólico e da cultura.

Sendo assim, a presença do pai ou de uma figura paterna é muito importante para o bom desenvolvimento da criança. Tanto é que na ausência do pai biológico cabe a mãe administrar a ausência do pai, de forma à não prejudicar sua imagem, tão importante para a formação do caráter da criança. Faz-se isso tomando duas importantes atitudes.

Primeiro: Evitando transferir aos filhos problemas que são dos pais, evitando brigas na frente da criança, evitando ficar falando mal do companheiro para a criança e evitando usar a criança para se vingar do companheiro.

Segundo: conforme Denise Mendonça de Melo, proporcionando à criança a presença de uma figura masculina: um avô, um tio ou mesmo um amigo confiável, mesmo que o contato seja esporádico, o importante é que haja muito envolvimento afetivo, atenção, carinho e amor.

É importante ter claro também que todos - homens e mulheres - precisamos de modelos masculinos para crescer emocionalmente equilibrados e que as ligações de emoção e afeto entre pai e filho (a) não são resultados das ligações biológicas e sim que são formadas nas relações de afeto e cuidado no dia-a-dia. Por isto, sempre que possível, o pai deve estar presente na vida de seus filhos acompanhando a gestação, participando de atividades cotidianas logo após o nascimento do bebê fortalecendo assim uma ligação que quer queiramos ou não é para sempre.

Se quisermos dar um sentido e resgatar a importância da figura paterna, precisamos dar uma nova visibilidade à importância e ao significado da família. Precisamos repensar como vão os relacionamentos, o diálogo, o investimento de tempo, o carinho em fim os laços de afeto, afinal como nos diz o Professor Carlos Ronei de Almeida presidente da Escola de pais de Santo Ângelo - RS, "a tarefa, difícil sim, mas maravilhosa, de educar é de inteira responsabilidade de pai e mãe, em igualdade de condições e em comum acordo, pois só eles têm condições de dar amor, impor limites, estabelecer planos e metas do que pretendem para que os filhos alcancem o que todo ser humano, em seu íntimo mais deseja, mesmo sem saber, que é ser feliz".

E para o papai vale lembrar ainda o que Roberto Shinyashiki, renomado psiquiatra e autor de livros diz. Para ele as maiores fraquezas dos homens em seus relacionamentos se manifestam na omissão e na ausência. O homem que procura evoluir enquanto pessoa procura aprender a ver a beleza do cotidiano e da intimidade, bem como a grandeza das pequenas coisas renovando os seus relacionamentos com as pessoas que ama. A ausência do pai gera nos filhos um sentimento de medo de se envolver em relacionamentos saudáveis. É fato que muitas pessoas não evoluem no amor porque se ressentem da falta do amor paterno.

Para ser mais feliz é necessário que o homem-pai perceba que também tem direito à sensibilidade e ao afeto, a medos e a alegrias. E quando ele aprender a valorizar isto na sua própria vida conseguirá valorizar isto na vida das pessoas que ama, inclusive na dos filhos sendo não só presença, mas um presente de afeto.

Ao pé da letra!

Num de meus dias de stress, depois de tanta bagunça e sujeira, meu filho Lucas vai tomar banho:


_ Mamãe!Mamãeeeeeeeee!ÔOOOO Mamãiêeeeee!!
_Diga Lucas, o que é?_ Pergunto.
_É para lavar o meu pé?


E eu, no mais elevado nivel de stress respondo...

_Não!É para lavar o meuuuuu!!!
_Ah, táaaaa!Pensei que fosse o meu!!!



39 coisas que toda mãe deveria saber



Ser uma mãe bacana, educar pra vida e pro mundo, dar limites, saber dizer não, enfim, todas aquelas coisas que a gente tem de fazer por amor ao filho não devem transformar você numa mãe chata. Pelo contrário! Aliás, educar faz parte do nosso show, mas ser mãe não é só isso. Curtir com o filho, rir com ele, aproveitar a infância é a melhor parte de todas. É prazer, não obrigação. Por isso, fique esperta, relaxe e não deixe passar nenhuma oportunidade de curtir junto com seu filho. Ele vai ficar feliz, com certeza; e você... vai ficar muito mais!


1 Pode se vangloriar dos filhos que tem. É bom! Bata palma, tire foto, não ligue em ser coruja. Faz parte!

2 Vista sua filha pequena como uma menina pequena.

3 Faça as suas coisas enquanto seu filho está acordado. Fique de olho nele e faça as coisas de casa com ele por perto mesmo. Deixar pra fazer coisas chatas depois que ele dorme é cilada. Você tem de ter um tempo só seu. E, nesse tempo, fazer coisas gostosas. Mãe bem humorada aproveita filho cheio de energia. Mantenha o bom humor, portanto...

4 Fantasia e roupa “comum” são praticamente a mesma coisa. Melhor dizendo: fantasia é roupa de todo dia. É melhor liberar de uma vez e deixar seu filho usar as fantasias preferidas quanto quiser, sempre que quiser.

5 Calcinha e cueca sujas de cocô têm de ir pro lixo. Sem choro nem vela.

6 Quando seu filho acordar, acorde também. Nada de querer que ele volte a dormir. Desista, isso nunca acontece. Aquela conversa de “só mais um pouquinho” é pura perda de tempo e de paciência. Então, força aí e pode ir levantando. Agora, se você estiver doente, grávida ou se ele acordar bem no meio da noite, ignore esse item.

7 Enquanto eles forem pequenos, compre sapatos baratos. Seu dinheirinho não caiu do céu e pé de criança cresce mais rápido do que a gente imagina. É um susto atrás do outro.

8 Coloque band-aids em todos os lugares que seu filho quiser colocar. No machucado e onde não tem machucado nenhum. No corpo, todo, na parede... Por que não?

9 Sempre corte o cabelo dos meninos no barbeiro. Esqueça a ideia de ir ao mesmo salão que você. Eles odeiam.

10 Não reprima os impulsos generosos da criança. Se ela oferecer para uma criança carente aquele brinquedo que acabou de ganhar, fique feliz.

11 Saiba de uma coisa: aquela manchinha na roupa mais bacana do seu filho não vai sair. E tudo bem. Quanto antes você aceitar isso, melhor.

12 Ensine seu filho a se balançar sozinho. Depender de um adulto pra brincar no parquinho não é lá grande coisa, nem pra você e nem para a criança. Além disso, aprender a ser independente é uma lição para a vida toda.

13 Você vai se sentir destruída com frequência. Parece que um trator passou em cima da gente, é assim mesmo. Acostume-se. Levanta, sacode a poeira e esteja pronta pra outra.

14 Não se esqueça dos jogos de tabuleiros. Alguns são meio chatinhos mesmo, principalmente os de criança muito pequena. Mas Batalha Naval e Banco Imobiliário não são de todo ruim.

15 Assuma seus caprichos – os seus e os de seu filho.

16 Em algum momento o final das férias chega e a correria recomeça. Comida saudável, mais regras, menos TV, tarefa, cuidar da casa, levar pra escola... Espere. Saiba que, daqui a uns meses, o semestre acaba e tudo vai ser igual. É o ciclo da vida, meu bem.

17 A gente sabe que, quando seu filho se comporta mal, você deve explicar quais as consequências daquele ato... Mas, às vezes, é difícil falar isso para a criança de uma forma que ela entenda. Nesses casos, fale que, se ele não se comportar, você vai cortar as unhas dele ou fazer algo que ele realmente deteste. Esse exemplo costuma funcionar com os pais, mas é bom você achar um que dê certo com você.

18 Procure gostar do que ele gosta. Pode ser meio difícil quando ele repete o mesmo DVD pela milionésima vez, mas tem recompensa quando ele brinca com você daquele mesmo jogo de que você gostava.

19 Compre desodorante pro seu filho antes que ele (e todo mundo) perceba que precisa de um.

20 Se seu filho for para algum lugar sem você, mande um paninho com ele. É como se um pedacinho da mãe estivesse ali.

21 Sabe aquele brinquedo que seu filho não larga? Compre cópias, pra não se estressar quando ele ficar na casa da avó.

22 Este é dos bons: use um edredom na cama e não esquente a cabeça com o lençol de cima. Não só você vai adorar esse conselho, mas seus filhos também – quando eles estiverem aprendendo a arrumar a cama.

23 Não adianta querer explicar para seu filho como funciona o mecanismo da descarga, por exemplo. Provavelmente, ele não vai se interessar muito...

24 Não aplique um castigo que fere mais do que o erro da criança.

25 Risque de seu vocabulário palavras ofensivas. Seu filho até pode estar errado, mas nunca deve ser chamado de “idiota” e coisas do tipo.

26 Faça sempre cara de quem adorou as gororobas que seus filhos cozinham pra você.

27A não ser que seja verão e seu filho esteja no sítio, na praia ou na piscina, não caia na tentação de comprar brinquedos melequentos, que, na melhor das hipóteses, vão sujar seu sofá.

28 Ensine seus filhos a gostarem de música bacana. Pra que se torturar ouvindo o disco inteiro do “Ursinho Não-Sei-Que-Lá” se ele pode adorar os Beatles?

29 Se seu filho, ocasionalmente, dormir sem escovar os dentes, o mundo não vai acabar. Criança dormindo não devia ser acordada nunca.

30 Hoje em dia se vende o álbum de fotos até da formatura do primeiro ano. São caros e você não precisa gastar tanta grana. Faça você mesmo as fotos.

31 Seu filho deve ser premiado pelas vitórias que se esforçou para conquistar. Elogio é bom e todo mundo gosta.

32Ensine seu filho a fazer o próprio café-da-manhã, mas sem pressa nem pressão, no ritmo dele.

33 Responda com sinceridade: o que de ruim pode acontecer com seu filho se ele dormir de roupa?

34 Se a mudança da escola ou a nova babá não deu muito certo no começo, não fique estressado. Pense que, com o tempo, as coisas vão melhorar.

35 Você não precisa gostar de buffet barulhento.

36 Nada de martírio se, um dia, precisar fazer uso de um suborno básico.

37 Febre passa. Mas, até passar, você vai ficar com o coração na mão.

38Não deixe as festas de criança se transformarem em motivo de estresse. Festa é alegria.

39 Ser independente é uma coisa maravilhosa – pra todo mundo. Assim como ter um momento a dois. Tenha uma boa dose das duas coisas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Muitos filhos...





Inicio hj o meu blog sobre minha familia...especialmente sobre meus muitos filhos...

Sou mãe de 4 filhos, Vinicius, Júlia, Guilherme e Lucas.
Passo horas navegando na net, e conhecendo blogs e sites que tratam de assuntos relacionados a criação, educação de filhos, relação entre irmãos...então decidi abrir esse blog, contando minhas experiências como mãe, minha responsabilidade em educar meus filhos para o futuro.
Registro aqui, momentos, conversas, dificuldades e muito mais sobre essa dificil e ao mesmo tempo tão especial tarefa, de ser a mãe de muitos.